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Jogo Inesquecível

Fabinho relembra confronto emocionante entre Avaí e Chapecoense na semifinal do Mundial de Clubes de 2017

Confronto foi decidido nos shoot-outs após empate por 1 a 1; o Avaí conquistou a classificação

Meu jogo inesquecível

Meu jogo inesquecívelGrandes personalidades do futebol 7 falam sobre jogos inesquecíveis em suas carreiras

24/03/2020 14h45
Por: Assessoria de Imprensa 2
FIF7
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Nesta edição do Meu jogo inesquecível, vamos relembrar um clássico do futebol 7 Brasileiro. Avaí e Chapecoense se enfrentaram por uma vaga na final do Mundial de Clubes em 2017. Um dos destaques daquela equipe do Avaí, Fabinho comenta sobre a partida eletrizante decidida nas cobranças de shoot-outs.

Esse jogo ficou marcado não só na história do futebol 7 brasileiro, mas principalmente no catarinense. Era semifinal do mundial de clubes, jogo que por si só já é muito marcante, mas se tornou ainda maior por ser um confronto entre duas equipes do nosso estado: Avaí x Chapecoense. Acredito que esse confronto esteja no top 3 das maiores rivalidades do futebol 7.

Relembrar esse jogo me faz viajar na história e ir lá para 2017. Tínhamos montado um time muito competitivo para disputar o mundial. O Lele e o Israel, junto com toda a diretoria, fizeram uma logística perfeita e isso foi importante para chegarmos longe no campeonato.

Falando especificamente do jogo, me recordo que foi muito disputado, bastante parelho, de igual para igual, como todos os confrontos entre a gente. O primeiro tempo foi sem muitas chances de gol, jogo bem truncado. Nosso gol foi sair no início do segundo tempo de uma jogada individual do Vica, na qual ele driblou o marcador, chutou cruzado e no rebote o Pipo empurrou para rede.

O jogo seguiu muito igual, algumas chances para a gente, outras para eles. No final eles foram para o “tudo ou nada” e gente estava com a falta estourada (a próxima seria shoot-out). E não deu outra, no último lance do jogo conseguiram cavar uma falta e empataram o confronto, levando a partida para a disputa de shoot-out.

Na disputa eles começaram batendo e perderam o primeiro, chutaram para fora. Na sequência, foi a vez do nosso time, e coube a mim a cobrança, mas infelizmente nessa vez acabei parando no Rodrigo.  A disputa seguiu e voltou para a Chapecoense a cobrança. Foi a vez do nosso eterno ídolo avaiano Mafra aparecer na disputa e pegar a batida deles. A cobrança decisiva ficou nos pés do Rafa Carioca. Ele, muito técnico, frio e com uma habilidade incrível, não deu chances para o goleiro e nos colocou na final do mundial.

Foi eletrizante até o último lance! Foi um jogo épico. Não tem como esquecer. Confronto mais importante na história desse clássico e conseguimos sair vitoriosos”, relembrou.