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Passaporte Carimbado

Bruna relembra viagens ao exterior e a conquista da Copa das Nações em Barcelona

"Me sinto muito privilegiada podendo fazer duas coisas que eu mais gosto, que é jogar futebol e viajar", diz.

Passaporte Carimbado

Passaporte CarimbadoO blog apresenta conteúdo especial com relatos de atletas brasileiros 7 que atuaram no exterior

07/09/2020 18h47
Por: Assessoria de Imprensa 2
Karyna Prado
Karyna Prado

Nesta edição do “Passaporte Carimbado” conversamos com Bruna Silva, atleta do Figueirense/Paula Ramos. A jogadora falou sobre sua maior inspiração no futebol 7 e a experiência de viajar para fora do país. Disputando competições da Futebol 7 Brasil e FIF7, ela já esteve no Peru, Itália e Espanha etc.

“Minha maior inspiração no futebol 7 sempre foram minhas companheiras de equipe. Jogamos juntas há 8, 9 anos e sempre busquei me espelhar nelas, que sempre foram referências tanto a nível regional e agora também a nível mundial. Não é à toa que temos 3 melhores do mundo. Mas minha maior referência quando iniciei no futebol 7 foi a Aninha, nossa capitã.

Estou inserida no esporte desde muito pequena e sempre tive esse sonho de defender a Seleção Brasileira. O futebol 7 me proporcionou não só isso, mas também conhecer diversos países do mundo, uma experiência única e até pouco tempo atrás inimaginável. Me sinto muito privilegiada podendo fazer duas coisas que eu mais gosto, que é jogar futebol e viajar. Procuro aproveitar ao máximo o tempo livre para conhecer os principais pontos turísticos. Sempre fico pesquisando tudo antes, vendo vídeos. Pude conhecer o Coliseu, Fórum Romano, Pantheon, Vaticano, Fontana Di Trevi, Camp Nou, Sagrada Família, Barceloneta, Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, além de conhecer de perto a cultura local de todos os cinco países que joguei futebol 7”, disse.  

“Sensação única! ”. Essas foram as palavras usadas pela atleta ao ser perguntada sobre a convocação para defender o Brasil na Copa das Nações 2019, em Barcelona. A Seleção saiu vitoriosa da competição. “Uma felicidade tremenda. Minha família e meus amigos comemoraram muito por mim, pela realização de um sonho. A ficha só caiu quando vesti a amarelinha. Foi a coroação de todo um trabalho, sentimento de dever cumprido. Ganhar é bom em qualquer lugar do mundo, mas poder levantar esses troféus fora do país, em especial em Barcelona, foi realmente único! ”, relembra.